Psicóloga Daniela Carvalho Ladeira
CRP 06/179944


Entre dietas, excessos, disciplina, culpa e vergonha silenciosa, muitas mulheres vivem em guerra com o próprio corpo, mesmo quando ninguém percebe.
Você tenta controlar. Depois perde o controle. Promete recomeçar na segunda-feira. Depois se culpa por ter “falhado”....
Eu sou Daniela Carvalho de Assis Ladeira, psicóloga, e meu trabalho é acompanhar mulheres que vivem uma relação exaustiva, punitiva e confusa com o corpo, com a comida e com a própria imagem.
Aqui você descobre como construir uma relação menos violenta com o seu corpo, sua imagem e a comida.
Quando buscar psicoterapia?
O ciclo que parece não ter fim: controle, excesso e culpa
Você tenta organizar tudo. Cria regras, promete disciplina. Mas em algum momento algo rompe, vem o excesso, o descontrole e depois a culpa pesada de ter falhado novamente. Na psicoterapia, investigamos o que sustenta esses ciclos para que eles deixem de comandar sua vida.
Comer deixou de ser simples
A comida deixa de ser apenas comida. Ela vira cálculo, medo, compensação ou punição. Cada decisão parece carregada de tensão. Na psicoterapia, buscamos compreender o sofrimento psíquico que se organiza em torno da comida.
O espelho virou um lugar de ataque
Olhar para o próprio corpo desperta crítica, vergonha ou sensação constante de inadequação. O corpo deixa de ser um lugar de existência e passa a ser um território de vigilância e punição. Na psicoterapia, trabalhamos a relação simbólica e emocional com o corpo.
A sensação silenciosa de que algo está errado dentro de você
Quando existe uma sensação persistente de fracasso, descontrole ou inadequação. Muitas mulheres carregam isso em silêncio. Na psicoterapia, seu sofrimento é levado a sério antes que ele precise se intensificar para ser visto.

O que a psicoterapia pode cuidar:
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Relação punitiva com o próprio corpo;
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Ciclos de controle rígido seguidos de perda de controle;
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Culpa intensa após comer ou sentir prazer;
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Vergonha do próprio comportamento alimentar;
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Sensação constante de fracasso pessoal;
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Relação obsessiva ou conflituosa com exercícios físicos;
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Oscilações entre disciplina extrema e abandono total;
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Comparação constante com outros corpos;
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Medo persistente de engordar ou perder valor;
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Sensação de viver sempre “em excesso” ou “em falta”;
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Dificuldade de confiar no próprio corpo e nos próprios limites;
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Cansaço de tentar controlar tudo o tempo inteiro.
Áreas de Atuação

Transtornos alimentares
Acompanhamento psicológico para mulheres que vivem conflitos intensos com a comida, marcados por controle rígido, excessos, culpa e ciclos repetitivos. O trabalho clínico busca compreender o sofrimento que sustenta esses padrões.

Distúrbios de imagem corporal
Atendimento para mulheres que vivem uma relação crítica, punitiva ou exaustiva com o próprio corpo. O processo terapêutico investiga como a imagem corporal se construiu e como ela impacta autoestima, comportamento e relações.

Relação Conflituosa com Corpo e Alimentação
Nem sempre existe um diagnóstico formal. Muitas mulheres vivem sofrimento real com comida, exercício, peso e aparência sem se sentirem “graves o suficiente”. A psicoterapia oferece um espaço de escuta para compreender e reorganizar essa relação.
A psicoterapia é um espaço de escuta onde o sofrimento pode ser colocado em palavras, sem julgamento e sem pressa. Muitas vezes, aquilo que aparece como conflito com a comida ou com o corpo carrega histórias, exigências e dores que ainda não encontraram lugar para serem compreendidas.
No processo terapêutico, não buscamos impor controle ou corrigir comportamentos à força. O trabalho acontece ao compreender o sentido dessas experiências, abrindo espaço para uma relação menos punitiva com o corpo, com a imagem e com a alimentação.
A psicoterapia não promete soluções rápidas, mas oferece um espaço real de elaboração e cuidado, onde o sofrimento pode ser levado a sério e, pouco a pouco, transformado em novas possibilidades de existir consigo mesma.


Os atendimentos são realizados de forma online, por videochamada, em um espaço clínico sigiloso e estruturado para que você possa falar com segurança, de onde estiver.
A psicoterapia online mantém a mesma seriedade, ética e profundidade do atendimento presencial. Muitas vezes, estar no próprio ambiente pode inclusive favorecer o processo terapêutico, permitindo que você acesse o cuidado psicológico com mais conforto e continuidade.
Se você sente que precisa de um espaço de escuta para compreender sua relação com o corpo, com a imagem e com a comida, o atendimento online torna possível iniciar esse processo de forma acessível, respeitando seu ritmo e sua realidade.
Atendimento 100% Online

Como agendar sua sessão:
1
Entre em contato:
Entre em contato pelo WhatsApp e escolha o melhor horário: Minha agenda é flexível para melhor te atender.
2
Confirmação e pagamento:
Após escolher o horário, confirmamos o agendamento e o pagamento.
3
Sessão confirmada!
Assim que o agendamento for finalizado, você receberá uma confirmação completa.

Sobre mim
Sou Daniela Carvalho de Assis Ladeira, psicóloga formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Possuo formação em Psicologia da Dança pelo Centro de Psicologia, Movimento e Dança, formação em Fundamentos da Psicanálise pelo Instituto Sedes Sapientiae e formação no Módulo Básico de Análise Reichiana pelo Instituto Brasileiro de Análise Reichiana. Atualmente sou pós-graduanda em Transtornos Alimentares, Psicanálise e Cultura pelo Instituto ESPE e em Psicoempreendedorismo Clínico pela Faculdade Focus.
Durante muitos anos estive inserida em um ambiente de forte cobrança estética e disciplina corporal, o que me permitiu observar de perto como certas relações com o corpo, com a imagem e com a comida podem se tornar silenciosamente violentas. Essa experiência despertou em mim um olhar sensível para mulheres que vivem conflitos semelhantes.
Hoje, na clínica, acompanho mulheres que se sentem presas em ciclos de controle, culpa, excesso e promessa de recomeço, muitas vezes sem se reconhecerem nos diagnósticos clássicos, mas carregando um sofrimento real. Meu trabalho não é oferecer soluções rápidas ou fórmulas de controle. É construir, através da escuta clínica, novas formas de relação com o corpo, com a imagem e com o próprio desejo.
